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Estes azulejos de vidro são térmicos. Isto significa que dependendo da temperatura ambiente ou do contato com a água e do corpo, eles mudam de cor, criando nuances e efeitos sensacionais. O uso é bastante variado, uma vez que são seis linhas de acordo com cada aplicação. Desta forma eles podem ser utilizados em paredes, pisos e onde mais sua imaginação quiser. Para saber mais, entre no site, clicando aqui. Imagens: Reprodução Fonte: Bem Legaus
Cerca de 120 artistas apresentarão simultaneamente suas obras em Milão, Barcelona, Los Angeles, Madrid, Viena, Copenhague, Rosário, Londres e São Paulo a partir do dia 17 de março.
Em São Paulo, a exposição acontece na Livraria POP e recebe obras dos artistas Boris Hoppek, Bruno 9li, Apo Fousek, Tristan Rault, MWM, Wagner Pinto, Antonio Bokel, The Steak Zombies, Tony de Marco, Mulheres Barbadas, Rita Wainer, Visca, Flavio Colker, Eduardo Recife e Pedro Inoue.
Fotografia, óleo sobre tela, computadores, toy-art. A exposição reunirá a diversidade de técnicas, estilos e plataformas de artistas nacionais e internacionais, como fotografia, óleo sobre tela, computadores e toy-art.
Arte por Bruno 9li
Serviço Quando: 17 de março a 9 de maio Onde: Dr Virgílo de Carvalho Pinto, 297, Pinheiros, São Paulo, SP Quanto: Gratuito Informações: www.livrariapop.com.br
A criatividade no mundo da propaganda é essencial e um desafio cada vez maior. Por isso mesmo é louvável a nova campanha da marca internacional de canetas Sharpie.
A marca apostou na interatividade para divulgar uma linha de canetas permanentes. Outdoors espalhados em lugares como pontos de ônibus mostram a imagem de um braço engessado e convidam as pessoas a deixar a sua marca no anúncio. Basta escolher uma cor e desenhar sobre o painel. Imagem: Reprodução
Antes de virar um cineasta cultuado, o francês Michel Gondry – autor do longa Rebobine, por Favor, lançado recentemente no Brasil – já se destacava pelos inventivos videoclipes que dirigia. Ele concebeu peças inesquecíveis para artistas como Björk, Foo Fighters, Chemical Brothers, The White Stripes e até Rolling Stones. Aqui, aponta os quatro clipes que mais influenciaram sua carreira
Close to Me, do The Cure. Dirigido por Tim Pope
"Esse trabalho da década de 1980 faz parte de uma extensa série de colaborações entre o diretor inglês e a banda, igualmente britânica. Admiro ambos. A criatividade era a coisa mais importante na relação deles. De tão genial, Close to Me acabou me motivando a dirigir videoclipes anos depois. A música em que se baseia está num dos discos de maior sucesso do Cure, o The Head on the Door, de 1985. Toda a ação do clipe se passa dentro de um armário, com os músicos da banda enclausurados e usando pentes e escovas como instrumentos. O grupo é representado no vídeo também por meio de bonecos de pano."
Rockit, de Herbie Hancock. Dirigido por Kevin Godley e Lol Creme "Os britânicos Godley e Creme integravam o 10cc, uma banda de repertório romântico que pode ser responsabilizada por muitos casais terem noivado no final dos anos 70. Após vários hits, eles deixaram o grupo para fazer vídeos. Rockit, principal faixa do LP Future Shock, que o pianista norte-americano de jazz Herbie Hancock lançou em 1983, ganhou um clipe com atmosfera de pesadelo, em que bonecos inanimados se movimentam para frente e para trás repetidas vezes. Como a própria canção de Herbie, a dupla de diretores estava querendo inventar o futuro."
Billie Jean, de Michael Jackson. Dirigido por Steve Barron
"O programa Good Night the Clip foi o primeiro na tevê francesa a passar videoclipes. No final de minha adolescência, uma das coisas mais excitantes era ficar acordado para ver clipes do Michael Jackson às duas da manhã. Billie Jean, inspirado na canção homônima do álbum Thriller, revelou-se um clássico do gênero. Michael estreou ali alguns de seus passos de dança mais famosos. O vídeo certamente ajudou Thriller, de 1982, a se tornar o disco mais vendido de todos os tempos no mundo pop. O diretor irlandês Steve Barron também é responsável por outros clipes revolucionários, como o de Take on Me, do A-ha, e o de Money for Nothing, do Dire Straits."
Walk this Way, de Run DMC & Aerosmith. Dirigido por Jon Small "Esse clipe ilustra perfeitamente o uso do sample. A música Walk This Way foi um tremendo sucesso com o Aerosmith nos anos 70. O grupo passou por um momento de ostracismo no começo da década de 1980 até ser descoberto por uma nova geração graças aos rappers do Run DMC. Eles recauchutaram a canção roqueira em 1986, adicionando-lhe elementos do hip hop (o vocal falado de Jam-Master Jay e Darryl McDaniels, os scratches do DJ Run). Até hoje essa versão de Walk This Way é lembrada como a primeira mistura de rock com rap a estourar. A MTV se esbaldou de exibir o clipe antes de o recurso do sample se transformar num clichê."
A animação de Neil Gaiman é uma metáfora dolorosa sobre a passagem para a vida adulta
Chapeuzinho Vermelho, João e Maria... Os contos de fada estão repletos de questões freudianas, assustadoras para as crianças, como o início da puberdade e o abandono dos pais. No livro Psicanálise dos Contos de Fada, o estudioso Bruno Bettelheim diz que, ouvindo ou lendo essas histórias, as crianças encaram vários medos, e acabam lidando com eles. Coraline e o mundo secreto, em cartaz no cinema, é bem mais "psicanalítica" nesse aspecto. O filme é uma adaptação do livro Coraline (Rocco), uma fábula escrita pelo quadrinista e romancista Neil Gaiman (famoso pela série Sandman).
A animação, de traços bonitos e pegada dark, traz uma charmosa e mal-humorada menina de cabelo azul: Coraline, que os desavisados insistem em chamar de “Caroline”, para sua imensa irritação. Ela se muda com os pais, dois autores de catálogos de jardinagem, para um palacete desbotado, num lugar onde só chove e nada parece interessante. Para completar, a menina não tem nenhum amigo, seus pais são dois chatos que não lhe dão atenção e os vizinhos são um bando de malucos. À noite, durante o sono, Coraline é despertada por um camundongo e, na sala da casa, descobre uma portinha misteriosa parecida com a que leva Alice ao País das Maravilhas. É como uma porta para seu inconsciente. Do outro lado, ela encontra uma casa quase idêntica à sua, mas muito mais bonita e arrumada. E, para sua surpresa, habitada por pais quase iguais aos seus, mas muito mais amáveis – e com botões no lugar dos olhos.
No novo mundo, os seres cozinham guloseimas, inventam mágicas, produzem espetáculos e fazem qualquer coisa para deixá-la feliz. A cada vez que passa pela portinha, no entanto, a esperta Coraline vai notando que há algo errado como esse sonho egocêntrico e esses pais-bonecos. A sua “outra mãe”, aparentemente superbacana, quer aprisioná-la com seu amor sufocante. A menina terá de superar seus desejos e passar por uma série de provações fantásticas para se salvar da bruxa superprotetora. As crianças podem ficar assustadas de verdade. Afinal, não é nada fácil crescer.
O Ibope está com uma nova ferramenta, o chamado Projeto Gim (Gestão Integrada de Mídia). A nova opção é uma plataforma de planejamento de mídia na qual o software trará informações sobre agência, anunciante e campanha. O sistema foi desenvolvido pela empresa paulista Digisystem, especializada em Tecnologia da Informação (TI). O Projeto Gim começou a ser desenvolvido em 2006 e passou por várias fases de desenvolvimento e testes, entrando em operação no mercado somente neste ano.
O Gim, desenvolvido com exclusividade para o instituto que atua no mercado de pesquisas, permitirá que as agências façam uma simulação rápida de quantas pessoas serão atingidas com determinada campanha e com que frequência. O software, pensando no target demográfico, é capaz de simular um plano de mídia, como deve ser sua veiculação, e ainda faz a checagem de audiência. Anteriormente, essa tecnologia existia apenas para TV.
Outros projetos de fábrica de softwares da Digisystem estão sendo desenvolvidos dentro do Ibope. Entre eles, o Projeto PYXIS, um software que disponibiliza indicadores que possibilitarão aos usuários estudar e identificar a potencialidade dos 5.564 municípios em relação ao consumo de bens duráveis e não duráveis.
A revista i-D de março homenageia a moda britânica e 12 modelos inglesas posaram para a capa da publicação.
São elas: Kate Moss, Yasmin Le Bon, Alice Dellal _que é brasileira mas há muitos anos mora em Londres_, Lily Donaldson, Naomi Campbell, Eliza Cummings, Twiggy, Susie Bick, Daisy Lowe, Jourdan Dunn, Agyness Deyn e Stella Tennant.
Com styling do novo hype Edward Enninful e fotos de Solve Sundsbo, a equipe deixou as modelos livres para fazerem suas caretas. "Não queríamos nem clichês, nem estereótipos", conta Solve. Para isso, escolheram belezas diferentes, mas únicas, que fazem ou fizeram parte do Planeta Fashion.